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Experiências de indústrias farmacêutica e química mostram sucesso na adoção de medidas de eficiência energética

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Em 13 de junho de 2022, às 15:13
Fonte: Julia Koblitz/ Unplash

A americana Baxter, empresa de saúde com portfólio de equipamentos médicos e produtos farmacêuticos, atingiu uma economia de US$ 2,5 milhões em cinco anos com investimentos em eficiência energética para a obtenção de Certificação ISSO 50001.

A implantação do projeto de gestão de energia demandou investimento de US$ 1,1 milhão ao longo de cinco anos e previu políticas de uso de energia, difusão de cultura sustentável, plano de estratégia e implantação de medidas relacionadas ao desempenho energético de equipamentos.

Mas empresas nacionais também vêm obtendo resultados positivos com investimentos em eficiência energética. No Polo Químico de Triunfo, no Rio Grande do Sul, a Oxiteno investiu R$ 55,1 mil para retrofit dos fluidos refrigerantes, operação que deve gerar economia de R$ 177,6 mil em energia em três anos e meio.

O Programa PotencializEE ajuda pequenas e médias empresas do setor químico e farmacêutico a identificar oportunidades de redução do consumo e o desperdício de energia, por meio de suporte técnico e crédito acessível. Conheça abaixo os 22 benefícios de implementar eficiência energética em indústrias dos setores químico e farmacêutico:

  1. Melhor eficiência dos produtos/serviços;
  2. Introdução de novos produtos/serviços;
  3. Desenvolvimento ou inovações;
  4. Melhor produtividade;
  5. Melhor utilização;
  6. Melhor manutenção;
  7. Redução da pegada de carbono;
  8. Melhor qualidade;
  9. Melhor segurança;
  10. Redução do consumo de energia;
  11. Melhor consumo de matéria-prima;
  12. Melhor reciclagem;
  13. Redução de resíduos;
  14. Melhor satisfação dos colaboradores;
  15. Aquisição de clientes “verdes”;
  16. Aquisição de novos consumidores;
  17. Melhor satisfação dos consumidores;
  18. Melhor lealdade dos consumidores;
  19. Melhores relações na supply chain;
  20. Melhor relacionamento com stakeholders;
  21. Redução dos riscos de litígio;
  22. Melhor compliance com as regulações.
Fonte: Programa PotencializEE

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